Ensino de Línguas

Que tipo de aluno de líguas você é?

Posted on março 27th, 2013 by raquel zeraib

Descubra sua forma de aprender outra língua!

Para alcançar êxito em seu estudo de idiomas, você necessitará ter algum controle sob a forma através da qual você aprende, e determinar os procedimentos e estratégias que melhor atendam as suas necessidades nas diferentes situações do aprendizado.

Uma análise cuidadosa dos elementos que poderão ajudá-lo a alcançar seu objetivo o capacitara a fixar suas metas (planejar), identificar problemas (supervisionar) e encontrar soluções adequadas (avaliar e corrigir). Desse modo, além de adquirir uma melhor percepção de suas aptidões e limitações, você as terá em mente quando chegar o momento de otimizar seu aprendizado.

Fonte: “Como ser um ótimo aluno de idiomas” – Joan Rubin, Irene Thompson. Ed. Pioneira

Conselhos práticos de PLANEJAMENTO:

planejamento post

- para aprender um novo idioma ele precisa fazer parte da sua rotina e interesse.

- fixe metas para o dia-a-dia. O que é real para sua rotina: 1 hora ou 15 minutos de estudo diário? Tanto faz, o importante é o contato e exercício diário da língua.

- ouça uma música na língua alvo;

- veja um ‘Film des Tages’ no site da Deutsche Welle, dura apenas 4 minutos;

- aprenda 1 palavra nova;

- beba uma Weiβbier e pesquise sobre ela…

Administre o seu processo de estudo e utilize o professor/a escola apenas como um coordenador ou um facilitador do aprendizado e não como fonte única.

Próximo post: Detecção de problema (SUPERVISÃO)

 

 

Salas de Aula

Posted on setembro 10th, 2012 by raquel zeraib

Sala 1

Sala 2

Aupair na Alemanha

Posted on abril 24th, 2011 by raquel zeraib

Uma ótima maneira de aprender um idioma é conviver 24 horas por dia com ele.

Ser Aupair na Alemanha é muito seguro e pode ensinar muito mais que o idioma alemão. Cultura, costumes, convivência e muito mais estão incluídos no pacote.

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Pré-requisitos para o Programa Aupair:

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- ter idade mínima de 17 e máxima de 24 anos, no dia do requerimento do visto
- ser solteira e não possuir filhos
- não possuir antecedentes criminais
- Instrução escolar completa
- Curriculum Vitae
- Apresentar atestado médico e de saúde válido
- estar disposta a permanecer por um período de 12 (doze) meses ininterruptamente no estrangeiro
- Possuir conhecimentos bons do idioma alemão
- Possuir experiência no lido com crianças
- Possuir experiência em atividades domésticas
- Possuir condição financeira para assumir os custos de ida e volta ao país de destino e origem (BA)

Se você preenche esses requisitos, pode iniciar a inscrição e partir para essa experiência fantástica!

Mais informações no site: http://www.aupair.com.br

A filosofia e a língua alemã – por Antônio Cícero

Posted on abril 24th, 2011 by raquel zeraib

“Só é possível filosofar em alemão”

Será que isso é verdade?

Leia o texto de Antônio Cícero a seguir e tire suas conclusões.

A filosofia e a língua alemã

Já que a França se portava como a herdeira de Roma, a Alemanha se identificaria com a Grécia

AO CABO de uma palestra que fiz recentemente, perguntaram-me se concordo com a tese de que só é possível filosofar em alemão. Não foi a primeira vez. Essa questão se tornou popular no Brasil a partir de dois versos da canção “Língua”, de Caetano Veloso, a saber: “Se você tem uma idéia incrível é melhor fazer uma canção/ Está provado que só é possível filosofar em alemão”.

Ocorre que os versos que se encontram no interior de um poema ou de uma canção não estão necessariamente afirmando aquilo que afirmariam fora do poema, noutro contexto. Por exemplo, no poema de Carlos Drummond de Andrade “O Sobrevivente”, um verso diz: “O último trovador morreu em 1914″. Esse verso vale no poema pelo efeito que causa: pouco importa que seja verdadeiro ou falso. Seria diferente se, em vez de um verso, fosse uma proposição num livro de história da literatura.

Nesse sentido, um poema é análogo a uma pintura. Um episódio da vida de Matisse ajuda a ilustrar esse fato. Visitando o ateliê do mestre, ao ver uma das suas últimas obras, uma senhora comentou: “Parece-me que o braço dessa mulher está muito comprido”. “Madame”, respondeu ele polidamente, “a senhora está equivocada. Não se trata de uma mulher, mas de uma pintura.”

Analogamente, a quem quiser debater com Caetano a afirmação de que só é possível filosofar em alemão, ele poderia responder: “Não se trata de uma afirmação, mas de uma canção”. Na verdade, o verso em questão possui uma forte carga irônica e provocativa: tanto mais quanto a afirmação de que só é possível filosofar em alemão é geralmente atribuída a Heidegger, filósofo cujo tema precípuo é o ser. Ora, logo no início de “Língua”, um verso (“Gosto de ser e de estar”) explora um importante privilégio poético-filosófico da língua portuguesa e de pouquíssimas outras línguas latinas, que é a distinção entre ser e estar: privilégio não compartilhado pela língua alemã.

Mas, abstraindo da canção de Caetano, consideremos a própria tese de Heidegger. Para ele, a língua que hoje mais se aproxima da grega antiga -que considerava a língua do pensamento por excelência- é a alemã. Essa pretensão tem uma história. Os poetas e pensadores românticos da Alemanha inventaram a superioridade filosófica do seu idioma porque foram durante muito tempo assombrados pela presunção, que lhes era opressiva, da superioridade do latim e do francês.

Como se sabe, o latim foi a língua da filosofia e da ciência na Europa inteira desde o Império Romano até a segunda metade do século 18, enquanto o alemão era considerado uma língua bárbara. Na segunda metade do século 17 e no século 18, a França dominou culturalmente a Europa. Paris foi a nova Roma e o francês o novo latim. O alemão Leibniz escreveu seus tratados filosóficos em latim e francês. O filósofo alemão Christian Wolff e o jovem Kant também escreveram em latim. Na corte de Frederico o Grande, falava-se francês; nas escolas prussianas, o alemão, depreciado como “língua de cocheiros”, era proibido.

Não admira que os intelectuais alemães -de origem burguesa ou pequeno-burguesa- tenham reagido violentamente, tanto contra o culto que a aristocracia do seu país dedicava a tudo o que era francês quanto contra o concomitante desprezo que reservava a tudo o que era alemão. Para eles, já que a França se portava como a herdeira de Roma, a Alemanha se identificaria com a Grécia. Se o léxico francês era descendente do latino, a morfologia e a sintaxe alemãs teriam afinidades com as gregas. Se modernamente o francês, como outrora o latim, posava de língua da civilização universal, é que eram superficiais a civilização e a universalidade; o alemão seria, ao contrário, a língua da cultura e da particularidade germânica: autêntica, profunda, e o equivalente moderno do grego.

Levando isso em conta, estranha-se menos o fato de que Heidegger tenha sido capaz de querer crer que a superficialidade que atribui ao pensamento ocidental moderno – o “esquecimento do ser”- tenha começado com a tradução dos termos filosóficos gregos para o latim; ou de afirmar que os franceses só consigam começar a pensar quando aprendem alemão.

Estranho é que haja franceses ou brasileiros que acreditem nesses mitos germânicos, quando falam idiomas derivados da língua latina, cujo vocabulário é rico de 2000 anos de filosofia, e que tinha – ela sim – enorme afinidade com a língua grega, além de ter absorvido diretamente a sua herança.

http://geilemusik.blogspot.com/

“Porque a Alemanha não se resume em Oktoberfest.
Você não entende alemão? A gente traduz e você curte a música numa boa.”

geil: legal, “maneiro”, “irado”.

www.aprendaalemao.net ou http://aprendaalemao.feferraz.net/

Blog com recursos para auxiliar a aprendizagem do alemão, com indicações de músicas, bandas, referências, dicionários, gramáticas, jornais, revistas, letras de músicas traduzidas, textos em alemão e resolução de dúvidas dos leitores.

http://retratoserelatos.com/

Uma Engenheira Química, atualmente estudante de MBA em Marketing Internacional na Alemanha (Reutlingen), compartilha na rede experiências e pensamentos. É um blog com muitas informações legais pra quem quer se aventurar nos estudo na Alemanha. Mostra o dia-dia e tem muitas dicas interessantes.

http://www.aprenderalemao.com/

Não tenho informações sobre o autor do blog, mas é um dos melhores que já conheci. Tem um tira-dúvidas muito eficiente e as explicações são muito boas. Além disso, Herr Müller faz uma seleção de músicas (com letra) muito legal!

Vale muito, muito a pena!

QUAL O CURSO MAIS ADEQUADO?

Posted on fevereiro 1st, 2011 by raquel zeraib

por Jan Dönges

Cinco perguntas que todos deveriam se fazer:

• A escola promete eliminar totalmente as aulas de gramática? Então você deve desconfiar; as chances de sucesso são duvidosas.

• O significado das regras é valorizado? É bom que seja, pois a gramática como matéria de aprendizado é praticamente tão inútil quanto nenhuma gramática.

• A conversação é priorizada? É fundamental que seja, pois sem a prática nem uma mochila cheia de teoria pode ajudá-lo.

• Qual a postura dos professores em relação aos erros? Mesmo quando algumas frases ainda saem erradas, eles devem estimular o aluno a falar; em fases iniciais do aprendizado a supervalorização da gramática não ajuda, mas inibe.

• O curso se concentra em apenas um tipo de aprendizagem? O ideal é que não. Quanto mais variada for a aula, mais provável será a possibilidade de a pessoa descobrir a melhor forma de aprender.

Para aprender outro idioma

Posted on fevereiro 1st, 2011 by raquel zeraib

Apesar das promessas de métodos “fáceis” de ensino de línguas para adultos, pesquisadores garantem: maioria dos casos é preciso dedicação e coragem de se arriscar a errar, pois esse tipo de aprendizagem requer a formação de novas redes neurais – o que requer tempo e treino

por Jan Dönges

O domínio de uma língua estrangeira, em especial o inglês, é uma exigência cada vez mais frequente nas empresas. A maior parte dos candidatos às vagas, por sua vez, atesta no currículo que fez cursos – o que em geral é verdade. Mas, na prática, são poucos os que sustentam uma entrevista mais detalhada em outro idioma ou mantêm uma conversação em inglês sem grande esforço. Para muitos prevalece a sensação de só cometer um erro após outro. E o pior é que a insegurança quanto à gramática e o medo de cometer equívocos terminam por comprometer as possibilidades de acerto. Em muitos casos, nem mesmo anos de aula mudam essa situação.

Talvez por isso pareça, para tanta gente, tão sedutora a proposta de eliminar as antigas tradições no ensino de línguas estrangeiras e investir em novos métodos, mais rápidos eficazes.

Os livros, CDs e DVDs para autodidatas ou prospectos de escolas particulares sempre voltam a afirmar veementemente que tudo o que precisamos é uma abordagem correta. E o melhor: podemos nos livrar com certeza das horas de estudo em casa, das listas de vocabulário, do jargão linguístico! Verdade? Especialistas acreditam que não. Principalmente quando se trata de adultos, nada substitui o trabalho duro.

É claro que há o caso de crianças que crescem em um país estrangeiro e aprendem a língua de seu ambiente sem grandes dificuldades. E avanços na psicologia e linguística poderiam ajudar a transferir mecanismos de aprendizagem semelhantes para o mundo adulto. Por trás disso não está apenas o argumento promocional de poupar os alunos do grande trabalho de aprender gramática. Pesquisadores, por sua vez, reconhecem a necessidade de adoção de modelos mais eficazes e menos penosos, já que prevalece o consenso de que nada se ganha apenas com o ensino de regras.

(mais…)

Aprender alemão

Posted on janeiro 18th, 2011 by raquel zeraib

Qualquer bebê aprende uma ou várias línguas perfeitamente, à medida que vai crescendo, mas para adultos a coisa é mais complicada. Para os brasileiros, a língua alemã tem fama de ser a mais difícil das línguas ocidentais para se aprender depois de burro velho (isto é, depois dos sete ou oito anos de idade), mas eu acho que é apenas uma questão de perseverança e interesse, juntamente com o abandono do perfeccionismo.

Minha fórmula sempre foi a mesma, para o aprendizado de qualquer língua: ler jornais e revistas, ver filmes, ouvir música popular com a letra da canção em mãos (pelo menos no início), e imergir o mais que puder na cultura mais poderosa que utilizar a língua que se deseja aprender. O inglês, por exemplo, tem suas variantes: da Austrália, da Jamaica, dos USA, da Inglaterra, etc. O chinês também tem, mas o estrangeiro precisa aprender o mandarim. O alemão que deve ser estudado: berlinense básico, ou o mais próximo disso.

Recomendo então, sem qualquer ordem de chegada: um dicionário confiável e bilíngue (alemão-português e português-alemão no mesmo volume, com ênfase na primeira parte, é claro). E mais:

As notícias diárias devem ser procuradas em jornais alemães, que estão no excelente site Newseum (aproveite para ler outras línguas…)

Colloquial German
Routledge 1998 English/German PDF 109.93MB 353 pages
http://rapidshare.com/files/236051629/ColloquialGerman_LACDMY.part1.rar
http://rapidshare.com/files/236050519/ColloquialGerman_LACDMY.part2.rar
(livro mais material de áudio)

Rocket Languages: German
Rocket Languages English MP3+PDF 2005 380 MB 48/64kbps
http://rapidshare.com/files/236062852/RG_LACDMY.part1.rar
http://rapidshare.com/files/236061698/RG_LACDMY.part2.rar
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http://rapidshare.com/files/236061390/RG_LACDMY.part6.rar

Marc, Practice Makes Perfect: German Pronouns and Prepositions
McGraw-Hill 2006 192 pages PDF 2,2 MB
http://depositfiles.com/files/qxpds5xog

German Demystified
Publisher: McGraw-Hill Pages: 432 2007 PDF 2 MB
http://uploading.com/files/AY3630DO/0071475613.rar.html ou
http://uploadbox.com/files/6abf48e0dd

Ed Swick, Practice Makes Perfect: German Vocabulary
McGraw-Hill 2007 256 pages PDF 1 MB
http://depositfiles.com/files/efumm4lp8

Helen Davies, Stefanie Steiner, Das Bildwörterbuch
Ars Edition GmbH 2001 96 pages DJVU 14,5 MB
http://depositfiles.com/files/l860qktxv

Cherel, German Without Toil
Assimil 1974 408 pages PDF + mp3 11,1 + 77,1 MB
http://depositfiles.com/files/g3h4axpc2

Alicia & Stephan Muller, The Complete Idiot’s Guide to Learning German
Alpha 2000-06-19 352 pages PDF 3,4 MB
http://depositfiles.com/files/qmdbluacv

Ronald D. Flack In-Flight German: Learn Before You Land
Living Language 2001-06-19 20 pages mp3 45,3 MB
http://depositfiles.com/files/5739453

Se eu topar com mais coisas boas, volto ao assunto.

PEDRO LOURENÇO GOMES

Tradutor – Escreva-me! plgpedro@gmail.com

Fonte: http://plgomes.blogspot.com/2009/05/aprender-alemao.html

10 Motivos para aprender alemão!

Posted on janeiro 14th, 2011 by raquel zeraib

1. Para falar a língua de Goethe, Nietzsche e Kafka; de Mozart, Bach, Beethoven, Freud e Einstein.

2. Para se comunicar com 100 milhões de pessoas na Europa. O alemão é a língua mais falada dentro da Comunidade Européia!

3. Para fazer negócios com uma das economias mais fortes do mundo.

4. Para visitar as grandes feiras industriais em Hannover, Düsseldorf ou Munique.

5. Porque, acredite se quiser, São Paulo é a maior cidade industrial da Alemanha!

6. Para receber melhor os turistas da Alemanha, Suiça ou Áustria, um dos grupos mais importantes de turistas no Brasil.

7. Para viajar para os países de língua alemã e não se sentir um turista!

8. Para fazer um curso ou estágio na Alemanha, Suiça ou Áustria e melhorar suas qualificações num mercado de trabalho competitivo e globalizado!

9. Para ler textos no original – literatura, filosofia, engenharia e muito mais! Você sabia que 18% dos livros publicados em todo o mundo são publicados na Alemanha?

10. Porque o alemão não é tão difícil quanto parece!

Fonte: Falemão

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